PM registra duas tentativas de homicídio nesta quinta-feira (12) em Viçosa

Casos aconteceram no Centro e no Distrito de Cachoeira de Santa Cruz.


VIÇOSA (MG) – Duas pessoas foram alvo de tentativa de homicídio nesta quinta-feira (12) em Viçosa. Como os crimes foram desencadeados após o assassinato de Wegton Antônio Carlos Cardoso (Grilo), a Polícia acredita que tenham relação.

O primeiro caso do dia aconteceu no estacionamento da capela mortuária do Hospital São João Batista, na Rua dos Passos, por volta das 10 horas. Segundo informações da Polícia Militar (PM), após participar do sepultamento de Wegton Antônio Carlos Cardoso (Grilo), assassinado na noite da última terça-feira, a vítima Carlos Otávio Araújo Lima, de 24 anos, retornou ao estacionamento da capela mortuária do Hospital para buscar sua moto, momento em que um indivíduo em uma moto passou pelo local e efetuou quatro disparos, vindo a acertar a vítima de raspão nas nádegas.

Carlos Otávio, conhecido pelo apelido de “Tavinho”, foi atendido no próprio hospital, onde foi medicado e liberado em seguida. Antes de ir para casa ele também foi ouvido pela Polícia Civil.

Durante a tarde, por volta das 16 horas, a PM atendeu a um outro caso de tentativa de homicídio, no distrito de Cachoeira de Santa Cruz. De acordo com a Polícia, um indivíduo não identificado efetuou um tiro contra outro homem, cujo primeiro nome é Marcelo. Ele foi socorrido em seguida e levado para um hospital. O estado de saúde dele é estável e não corre risco de vida.

A PM está realizando cercos para localizar os autores envolvidos nos casos acima, mas até o fechamento dessa matéria ninguém havia sido preso.

Um comentário sobre “PM registra duas tentativas de homicídio nesta quinta-feira (12) em Viçosa

  1. A impressão que fica é que a policia está com medo!…parece que todo mundo sabe quem são esses caras e onde eles estão, menos a policia!?!?!?!como assim?!?!

    1. de fato… prender sem provas, sem testemunhas, a unica coisa que vaia contecer é levar para delegacia para ser liberado…
      e outra.. enquanto tao se matando entre si,,, bao d+… só torce pro morro fica em boas mãos… se não isso vai ser frequente,,,

    2. Você está equivocado! Não tem policial com medo de nada do que está acontecendo na cidade e todos tem trabalhado exaustivamente. A polícia trabalha dentro da legalidade e não pode sair prendendo sem algo concreto. As pessoas muitas das vezes tem informações e não repassam aos órgãos responsáveis por serem coniventes com as coisas erradas.
      A Polícia Militar e Polícia Civil não são culpadas do que ocorre hoje na cidade.
      Com relação a notícia veiculada, está equivocada. O fato em Cachoeirinha nada tem a ver com a morte do Grilo e não há qualquer registro de disparos de armas de fogo no bairro Santo Antônio ontem.

  2. Os estudantes da UFV vão fazer uma manifestação contra a violência, cobrando mais segurança das autoridades; no entanto, são eles que fomentam a violência, patrocinando o tráfico de drogas; a indústria das festas, o alto consumo de drogas… constituem um mercado atraente e muito lucrativo para o tráfico, atraindo traficantes de outras localidades, o que gera rivalidades e disputas pelo monopólio do comércio. Ao invés de manifestação cobrando medidas das autoridades, deveriam fazer campanhas e manifestações socioeducativas e de conscientização do quanto são responsáveis pelo quadro atual. Tenho visto a polícia trabalhar incessantemente, correndo para atender ocorrências de homicídios, se arriscando em apreensões de armas de grande porte e calibre, muitas vezes mais possantes que as utilizadas por ela. Não está fácil ser policial em Viçosa. Agora é o momento da população docente fazer a sua parte.

  3. Eu também acho que a polícia tem muito receio de fazer parte do trabalho dela, pois se o cara é bandido, por que a polícia não o revista sempre que o ver? A impressão que passa é que todos os bandidos estão armados pela rua, mas a polícia poderia evitar os crimes abordando estas figuras, que normalmente já são conhecidas no meio policial. Vejo problema da justiça em não punir como deveria e da polícia por omitir o trabalho de prevenção e busca diária e constante por armas.

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